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Confraternização 17/12/2017

GIRA D’AGUA – 02/12/2017

Encontramos na linha de Yemanjá, ou povo d’água, espíritos altamente evoluídos, de vibrações sutís, mas que se apresentam com a roupagem fluídica de caboclas, dentro da vibração do Orixá Yemanjá. Nesta grande e poderosa Linha de trabalho, militam espíritos altamente benevolentes (Madres, Freiras, etc…), envoltos na grande força mantenedora que é o AMOR. Buscam a elevação vibratória do ambiente, como também das pessoas através dos cantos por elas emitidos como em seus passes magnéticos, atuando diretamente no chacra cardíaco de todos, transformando energias e pensamentos densos em energias sutis.
Trabalham diretamente com o elemento água, símbolo da vida. Na Umbanda são chamadas de “Mamãe sinda” que significa Mãe zelosa, que cuida, ampara os filhos.
O coração símbolo universal do AMOR, representa esta linha. Geralmente em suas incorporações rodopiam seus médiuns, e ou fazem gestos circulares com as mãos criando assim um espiral de energia, sugando as densidades energéticas do ambiente. É comum usarem copos com água e flores, que magnetizados se transformam em ferramentas de trabalho.
Falam somente o necessário, não dão consultas,trabalham emitindo um canto, que na verdade é a sonorização de um poderoso mantra aquático, diluidor de energias, vibrações e formas-pensamentos que se acumulam dentro dos centros ou nos campos vibratórios dos médiuns e dos assistentes.
É uma linha poderosa, mas pouco solicitada para os trabalhos.
São ótimas para anular magias negativas, afastar obsessores e espíritos desequilibrados ou vingativos.
Também são poderosas se solicitadas para limpeza de lares e para harmonização de casais ou famílias.

Jornal Novembro 2017

Jornal de novembro…. Clique

Gira de Cosme e Damião – Festa – 07/10

PRA QUE GIRA DE CRIANÇAS?

Manoel adentra ao terreiro e observa meio chateado que hoje é gira de criança e se questiona: o que uma criança pode trazer de útil ou importante para este momento da vida, momento este em que está desempregado, saindo de um desgastante casamento de longos anos se sentindo desprezado, velho, sem forças ou ânimo para as novas e necessárias buscas.
Manuel se sente no fundo do poço, e diz para si mesmo: “aonde eu vim amarrar meu burro? Procurar ajuda num terreiro de macumba já é o fim, mas vir assistir a marmanjos se arrastando de joelhos, fazendo cara de criança, brincando e comendo doce, aí já é ridículo.
O que estou fazendo aqui? Deixe-me ir embora, rápido!”.
Ao se levantar para ir embora, alguém o segura pelo braço e diz: “Entre.
É a sua vez. Aquela criança vos chama”.
Manuel observa o médium incorporado com os braços levantados, chamando-o.
“Ai, ai. E agora? Bom, vamos ver no que dá!”. Entrou.
A criança lhe sorri. Manuel sério.
– Tio, me dá a sua mão.
– Olha, eu só quero um passe. Tenho de ir. Ainda tenho compromisso para hoje – diz Manuel.
– Sim, tio. Me dá as duas mãos e fecha os olhos.
Manuel sente uma leve vibração, convidando-o ao relaxamento, respira fundo, enchendo-se de paz. Manuel pensa: “nossa, há quanto tempo não tenho um momento de paz”.
O menino fala enquanto dá um passe espiritual, puxando do reino dos encantados essências para impregnar em Manuel:
– Tio, lembra quando você era criança e brincava na rua, lembra tio?
– Sim, uma bola foi meu único brinquedo, o único que tive em toda a minha curta infância. E eu adorava brincar de bola. Qualquer vão entre duas coisas era um gol.
– Tio, vem brincar comigo.
– Não, eu não posso, tenho mil problemas a resolver.
– Tá bom, tio. Deixa-me acabar o passe. Tio, à noite, quando você ia dormir, você rezava?
– Sim, mas não me lembro como era, faz muito tempo.
– Tio, acabou. Vai com DEUS, tio!
Manuel volta de seu pequeno transe, leve, como se tivesse deixado lá uma construção que jazia em suas costas. Mas, volta a pensar: “Não adianta. Foi gostoso, mas não resolveu meus problemas. Eles vão bater a minha porta logo, logo”.
Na volta pra casa, Manuel vai que é só recordações, se lembra tanto das alegrias quanto das tristezas, da dureza da infância pobre e das alegrias feitas de quase nada.
De repente, na calçada, quica a sua frente uma bola de futebol daquelas modernas. Manuel, contagiado pela nostalgia, não pensa duas vezes e mete uma bica na bola, que subiu as alturas e foi dar com a vidraça de uma casa velha abandonada.
Com o estardalhaço da vidraça ruindo, as casas vizinhas acenderam as luzes e
Manuel saiu correndo e rindo tal qual uma criança que fez uma traquinagem.
Correu até sua humilde casa a adentrou a porta aos soluços de cansaço.
Deitou-se na cama, fechou os olhos e se lembrou da oração que fazia quando pequeno.
Manuel se viu criança, colocou as duas mãos no peito e adormeceu com uma prece no coração. Sonhou lindos sonhos de uma vida passada, onde havia a alegria que ainda está por vir.
Acordou com os mesmos problemas, mas renovado.
Na outra semana, estava lá no terreiro novamente. Desta vez era gira de caboclos e perguntou ao entrar:
“QUANDO VAI TER OUTRA GIRA DE CRIANÇA?”.

IBEJI IBEJADA!

images1 PRA QUE GIRA DE CRIANÇAS?

Fonte: Jornal Umbanda Sagrada – Edição 155 / Abril de 2013
Por Antonio Bispo

15/07 – Festa Ciganos

O Povo Cigano na Umbanda

São entidades que há muito tempo trabalham na Umbanda, mas normalmente se manifestam sob domínio da linha do oriente, entre outras. Isso é possível pelo fato da energia de trabalho ser a mesma, o que muda é a forma de manipular os fluídos, uma vez que os ciganos usam uma relação material, energética, elementar e natural, assim como o povo da esquerda, enquanto que o povo do Oriente manipula esses elementos através de seu magnetismo espiritual.

Sempre se faz necessário deixar claro que uma coisa é ‘Magia do Povo Cigano’, ou ‘Magia Cigana’, e outra coisa bem diferente são as Entidades de Umbanda que se manifestam nesta linha de trabalho. Existe uma pequena semelhança somente no poder da Magia, mas suas atuações são bem diferentes pois as Entidades de Umbanda trabalham sob domínio da Lei e dos Orixás, conhecem Magia como ninguém e, principalmente, não vendem soluções ou adivinhações.

Entre as legiões de Ciganos os nomes mais conhecidos são: Cigano Pablo, Wlademir, Ramirez, Juan, Pedrovick, Artemio, Hiago, Igor, Vitor e tantos outros. Da mesma forma temos as ciganas, como: Esmeralda, Carmem, Salomé, Carmencita, Rosita, Madalena, Yasmin, Maria Dolores, Zaira, Sunakana, Sulamita, Wlavira, Iiarin, Sarita e muitas outras também.

Os espíritos que se manifestam como Ciganos na Umbanda não trabalham a serviço do mal ou para resolver nossos problemas a qualquer custo, mas é importante saber que eles dominam a MAGIA e preservam a LIBERDADE e ,tanto quanto em qualquer outra linha de trabalho da Umbanda, teremos aqueles espíritos que não agem dentro do contexto da Lei, os chamados ‘quiumbas’, que se encontram espalhados pela escuridão e a serviço das Trevas. Portanto, é imprescindível o bom nível espiritual do médium para trabalhar com essa linha para que não atraia esses tipos de espíritos pela Lei da Afinidade.

Os Ciganos usam muitas cores em seus trabalhos, mas cada Cigano tem sua cor de vibração no plano espiritual e uma outra cor de identificação. Uma das cores, a de vinculação vibracional, raramente se torna conhecida mas a de trabalho deve sempre ser conhecida para prática votiva das velas, roupas, etc.

É muito comum os Ciganos usarem em seus trabalhos moedas antigas, fitas de todas as cores, folha de sândalo, punhal, raiz de violeta, cristal, lenços coloridos, folha de tabaco, tacho de cobre, de alumínio, cestas de vime, pedras coloridas, areia de rio, vinho, perfumes, baralho, espelho, dados, moedas, medalhas e até as próprias saias das ciganas, que são sempre muito coloridas, como grandes instrumentos magísticos de trabalho.

Os Ciganos são dotados de uma sabedoria esplendorosa, trabalham com lindos encantamentos e magias e os fazem por força de seus próprios mistérios, escolhendo datas certas em dias especiais sob a regência das diversas fases da Lua.

Gostam muito de festas e todas elas devem acontecer com bastante música, dança, frutas, todas que não levem espinhos de qualquer espécie, com jarras de vinho tinto com um pouco de mel e ainda podemos fatiar pães do tipo broa, passando em um de seus lados molho de tomate com algumas pitadas de sal ou mel. Não podemos esquecer: flores silvestres, muitas rosas, velas de todas as cores e, se possível, incenso de lótus.

Adoram fogueiras onde dançam e cantam a noite toda, aproveitando do poder das salamandras para consumir todo o negativismo e acender a chama interna de cada Ser.

Os Ciganos têm em Santa Sara Kali as orientações necessárias para o bom andamento das missões espirituais.

Salve o Povo Cigano!

Símbolos Ciganos

TAÇA – simboliza união e receptividade. Qualquer líquido cabe nela e adquire sua forma. Tanto que, no casamento cigano, os noivos tomam vinho em uma única taça, que representa valor e comunhão eterna.
CHAVE – simboliza as soluções. É usada para atrair boas soluções de problemas. O símbolo da chave, quando em trabalho, costuma atrair sucesso e riquezas.
ÂNCORA – simboliza segurança. É usado para trazer segurança e equilíbrio no plano físico, financeiro e para se livrar de perdas materiais.
FERRADURA – simboliza energia e sorte. É usado para atrair energia positiva e boa sorte. A ferradura representa o esforço e o trabalho. Os ciganos têm a ferradura como poderoso talismã, que atrai a boa sorte, a fortuna e afasta a má sorte.
LUA – simboliza a magia e os mistérios. A lua é usada geralmente pelas ciganas para atrair percepção, o poder feminino, a cura e o exorcismo, atentando-se sempre para as fases: nova, crescente, cheia e minguante. A lua cheia é o maior elo de ligação com o sagrado, sendo chamada de madrinha. As grandes festas sempre acontecem nas noites de lua cheia.
MOEDA – simboliza proteção e prosperidade. É usada contra energias negativas e para atrair dinheiro. A moeda é associada ao equilíbrio e à justiça e relacionada às riquezas materiais e espirituais, que são representadas pela cara e coroa. Para os ciganos, cara é o ouro físico, e coroa, o espiritual.
PUNHAL – simboliza a força, o poder, vitória e superação. É muito usado nos rituais de magia, tem o poder de transmutar energias. Os ciganos também usavam o punhal para abrir matas, sendo então, um dos grandes símbolos de superação e pioneirismo, além da roda. O punhal também é usado nas cerimônias ciganas de noivado e casamento, onde é feito um corte nos pulsos dos noivos e em seguida os pulsos são amarrados em um lenço vermelho, representando a união de duas vidas em uma só.
TREVO – simboliza a boa sorte. É o símbolo mais tradicional de boa sorte, traz felicidade e fortuna. É raro encontrar um trevo de quatro folhas na natureza, mas quando se encontra pode-se esperar sempre prosperidade.
RODA – simboliza o ciclo da vida. A Samsara representa o ir e vir, o circular, o passar por diversos estados, o ciclo da vida, morte e renascimento. É usada para atrair a grande consciência, a evolução, o equilíbrio, é o grande símbolo cigano e é representado pela roda dos vurdón que gira. Samsara (sânscrito) – Literalmente significa “viajando”, o ciclo de existências, uma sucessão de renascimentos que um ser segue através de vários modos de existências até que alcance a liberação. Vurdón (romanês ou romani – dialeto cigano) significa “carroção”.
CORUJA – simboliza “o ver totalmente”. É usado para ampliar a percepção com a sabedoria possibilitando ver a totalidade: o consciente e o inconsciente.

13º PROCISSÃO – HOMENAGEM E LOUVAÇÃO PARA XANGÔ

14/04/2017 – Fechada aos Médiuns // 15/04/2017 – Gira de Ogum e energização das quartinhas.

Pessoal nessa sexta feira dia 14/04 estaremos fazendo a Gira de limpeza com os Exús e Pombas Giras,  lembrando que será uma gira fechada apenas para os médiuns e as pessoas envolvidas nas atividades do Terreiro.

INÍCIO ÀS 19:00 HORAS


No dia 15/04/17 Gira normal e aberta de Ogum, mas teremos também  a energização das quartinhas.
Mesmo horário o início.

Obrigado

Douglas

02 de fevereiro é “Dia de Iemanjá” (com oração)

Iemanjá é uma orixá muito respeitada e cultuada. Por ser a mãe de quase todos os orixás também tem poderes sobre a fecundidade. É grande protetora dos pescadores e jangadeiros.

Iemanjá é força da natureza que tem papel muito importante em nossas vidas, pois é ela que rege nossos lares, nossas casas. É ela que dá o sentido da família às pessoas que vivem debaixo de um mesmo teto.

Iemanjá é a geradora do sentimento de amor ao seu ente querido, que vai dar sentido e personalidade ao grupo formado por pai, mãe e filhos tornando-os coesos.

Na Umbanda, é considerada a divindade do mar, além de ser a deusa padroeira dos náufragos, mãe de todas as cabeças humanas.

Além da grande diversidade de nomes africanos pelos quais Iemanjá é conhecida, a forma portuguesa Janaína também é utilizada, embora em raras ocasiões. A alcunha, criada durante a escravidão, foi a maneira mais branda de “sincretismo” encontrada pelos negros para a perpetuação de seus cultos tradicionais sem a intervenção de seus senhores, que consideravam inadimissíveis tais “manifestações pagãs” em suas propriedades.

Iemanjá sincretizada com Nossa Senhora dos Navegantes

Iemanjá é sincretisada com Nossa Senhora dos Navegantes e homenageada em 02 de fevereiro.

Iemanjá é sincretisada com Nossa Senhora dos Navegantes e homenageada em 02 de fevereiro.

Existe um sincretismo entre a santa católica “Nossa Senhora dos Navegantes” e a orixá Iemanjá. Em alguns momentos, inclusive festas em homenagem as duas se fundem.

No Brasil, tanto “Nossa Senhora dos Navegantes” como Iemanjá tem sua data festiva no dia 2 de fevereiro, quando costuma-se festejar o dia com uma grande procissão de barcos no mar.

A fé e a designação “Nossa Senhora dos Navegantes“, tem início no século XV, com a navegação dos europeus, especialmente com os portugueses.

As pessoas que viajavam pelo mar pediam proteção à Nossa Senhora para retornarem aos seus lares. Maria, mãe de Jesus; era vista como protetora das tempestades e demais perigos que o mar e os rios ofereciam.

Oração a Iemanjá

Oração no site 'Raízes Espirituais'

Faça a oração e acenda uma vela branca para Iemanjá no dia 02 de fevereiro

‘Salve Iemanjá – Rainha do Mar, mãe de todos os que navegam nos mares profundos e misteriosos da vida!

Confio em vossa proteção, assim como nas caboclas do mar, para serem nossas guias protetoras, e nos conforte durante as tempestades da vida atribulada que levamos.

Cobre e proteja a mim e toda minha família com vossa aura de prosperidade. Seja nossa guia,  nosso farol,  nossa estrela marinha divina para nos orientar, para que nunca nos falte rumo da rota segura que nos faça desviar dos obstáculos do mar agitado da vida material.

Limpa minha mente e deixa meu corpo sem os fluídos negativos que possam dificultar minhas atividades nos mares da vida. Assim seja. Saravá Iemanjá, Odoyá!’

Obrigação anual para Iemanjá

Obrigação Anual de Iemanjá realizada no dia 02 de fevereiro  é o dia ideal para os filhos de Iemanjá prestarem homenagens fazendo oferendas a deusa e garantirem as bênçãos do seu orixá.

Neste dia faço a minha  “Obrigação Anual de Iemanjá”com algumas cerimônias abertas ao público e se você quer fazer oferendas para Iemanjá.